Todas as Publicações dos Clubes

O fundador do Rotary International falecia a 71 anos atrás, aos 79 anos de idade.

Filho de pais de vida pouco regrada, Paul Percy Harris foi criado por seus avós paternos, Harold e Pamela. Criança e jovem travesso, era o terror da pacata cidade de Wallingford, Vermont e acabou expulso de duas escolas superiores. Entretanto, a austeridade, a compreensão, a bondade e a tolerância de seus avós, bem como a confiança que seu primeiro patrão nele depositou, pesaram em muito na mudança de comportamento daquele que fundou e desenvolveu o que se tornaria maior entidade particular de serviço social do mundo. Em 1891, formou-se em Direito e decidiu passar os cinco anos seguintes conhecendo os Estados Unidos. Trabalhou como repórter, cowboy, professor na Los Angeles School of Business, porteiro de hotel, vendedor de granito e marinheiro. Em 1896, estabeleceu-se em Chicago e em pouco tempo tornou-se um advogado conhecido. Criação do Rotary Uma noite Paul Harris, foi jantar com um colega do escritório, e de uma caminhada que fizeram após o jantar surgiu a ideia do que se tornaria o Rotary. Naquele passeio seu amigo parou em vários estabelecimentos comerciais para cumprimentar os proprietários e lhes apresentar Paul. O fato de que os clientes de seu anfitrião haviam se transformado em amigos entrou na mente de Paul Harris e nunca mais saiu. O Rotary foi criado cinco anos mais tarde como um clube onde relacionamentos profissionais pudessem ser transformados em amizade . A primeira reunião ocorreu na sala 711 do Edifício Unity, em Chicago, composta dos quatro fundadores: Paul Harris, Silvester Schiele, Hiram Shorey e Gustavus Loehr. Quando criança, Paul Harris estudara em escolas de elite, onde os alunos tinham pouca ou nenhuma preocupação com dinheiro. Mas ao cursar de direito no estado de Iowa conheceu colegas mais velhos que haviam trabalhado duro para poder pagar seus estudos. Possivelmente, este contato impressionou Paul Harris pois os primeiros Rotary Clubes eram formados por homens de negócio que conquistaram o que tinham por seu próprio esforço, os self-made men. Paul Harris também é o nome dado ao título de conhecimento mais importante concedido pelo Rotary Internation Vida familiar Paul Harris, casou-se com Jean Thomson, natural de Edimburgo, Escócia, em 1910. O casal não teve filhos e permaneceram casados até o falecimento de Paul. Jean faleceu em 1963, em sua cidade natal.   Reconhecimento Após a fundação do primeiro Rotary Club em Chicago, o advogado tornou-se, marido exemplar, cidadão do mundo, conheceu os cinco continentes, recebeu honrarias de reis e presidentes e tornou seu nome sinônimo do que de mais valor herdara de seu avô: a tolerância. Pelo importante contributo em matéria de prestação de serviços humanitários, e ajuda no estabelecimento da paz e da boa vontade no mundo, a Câmara Municipal de Lisboa homenageou Paul Harris, um dos fundadores do Rotary, atribuindo o nome deste a um arruamento de Lisboa, na freguesia de São Domingos de Benfica. .  

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Plante uma árvore

Uma árvore plantada para cada rotariano até a data de 22 de abril (de 2018), quando é celebrado o Dia Mundial da Terra. Em janeiro de 2017, por ocasião da Assembleia Internacional em San Diego, EUA, o presidente do Rotary International, Ian Riseley, lançou esse desafio aos clubes de todo o mundo. “Espero que o resultado do nosso trabalho vá muito além do impacto ambiental positivo que causaremos plantando 1,2 milhão de árvores”, ele disse, e acrescentou: “Quero crer que a partir de agora todos no Rotary se conscientizem da nossa responsabilidade não apenas com a população mundial, como também com o nosso planeta”. A preocupação com a causa ambiental também foi demonstrada por Paulo Viriato Corrêa da Costa, quando presidiu o Rotary International, no período 1990-91. Naquele ano, ele, que tinha o hábito de plantar uma muda de árvore em cada visita que fazia a uma comunidade, lançou o programa Preserve o Planeta Terra (um dos pioneiros na proteção da Amazônia e do meio ambiente em geral). Razões que possivelmente contribuíram para tornar as ações de plantio frequentes entre os rotarianos brasileiros, que as vêm intensificando após o pedido do presidente Riseley.

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ROTARY CLUB DE CÁCERES CARAMUJO INAUGURA ACADEMIA AO AR LIVRE

Neste sábado, 27 de Janeiro, às 18h00 acontece a inauguração da Academia ao Ar Livre (ATI) no Distrito de Santo Antônio de Caramujo. O convite é feito pelo presidente do Rotary Club Caramujo, Nilson Maggio , Conselho Diretor e demais rotarianos. A ATI instalada no Distrito de Caramujo compõe o PROJETO DE PARCERIA DO GOVERNO DE ESTADO DE MATO GROSSO- através da SeCid - com o DISTRITO ROTÁRIO 4440, cuja coordenação estadual coube ao companheiro Washington Calado Barbosa do Rotary Club de Cáceres. O Projeto prevê a instalação de 100 ATIs em municípios do Estado que possuem Rotary Clubs. A primeira etapa do projeto – aquisição e instalação de 50 ATIs – está concluída, aguardando-se a liberação de recursos para a segunda etapa, com a aquisição e instalação das 50 ATIs restantes. Esse projeto inédito em Rotary, tem sido destacado como um “case” de sucesso pela inovação no qual o agente público – no caso o Governo do Estado de Mato Grosso – participa com os recursos e o Rotary – Distrito 4440 – entra com sua “expertise” em trabalhos sociais. Brevemente será divulgado um calendário para a inauguração das outras 10 ATIs instaladas no município de Cáceres.   Colaborou: Gilmar Batista Marostega – Rotary Club de Cáceres

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Inicio Segundo Semestre do Ano Rotário 2018

O Rotary Clube de Cáceres inicia 2018, com muita garra e entusiasmo. Obtivemos nesta Quarta Feira 24/01/2018, um inicio letivo especial, com o retorno de nossa Governadora 2018-2019 Marly de Fatima Ferreira , que pode estar presente em mais Encontro Rotariano Internacional. consigo, pode trazer muitas novidades, sempre bem acolhida pelos companheiros internacionais. é com muita garra e satisfação, que foi declarado aberto o ano letivo rotario.  nesta reunião, foram empossados os companheiros  Jane Bellote e Edson Minoru Yamate. #endpolionow #faltasóumpouquinho

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Quais sementes você vai regar?

Rosa Maria Morceli - Trabalhando com “carteira assinada” por mais de 40 anos, tive a oportunidade de ver uma ampla gama de comportamentos humanos, e isso poderia ser desanimador. Não só as grandes injustiças sistêmicas, como sistemas de gerenciamento de desempenho injusto ou abusos de poder, mas registro também, as trocas pessoais, do dia a dia, entre pessoas. Às vezes, é a linguagem que usamos. Onde trabalhei, era rotina rotular as divisões inteiras de nossa própria empresa como "imitadores" (e muito pior). Os comunicados circulares e depois e-mails eram muitas vezes tão ameaçadores e malvados que a simples preparação para olhar para a sua caixa de entrada evocaria uma resposta ao estresse. Quando você vê esses tipos de comportamento, ou experimenta você mesmo, o que você faz? Eu estava com raiva e frustrada. Eu seria rápida para identificar o vilão - o chefe ruim, o remetente do e-mail desagradável - e culpá-los por minha infelicidade no trabalho. Mas depois de quarenta anos trabalhando em corporações, percebi que existe uma oferta sem fim de vilões, maus comportamentos e potencial infelicidade. Ultimamente, estou tentando responder de maneira diferente. Pergunto-me: "Rosa Maria: Quais sementes você vai regar?" É uma simples metáfora que encontrei nos escritos de “Hanhaht” , e a leitura foi útil para determinar onde coloco minha energia. "Na profundidade da nossa consciência, existem todos os tipos de sementes positivas e negativas - sementes de raiva, ilusão e medo, e sementes de compreensão, compaixão e perdão. Muitas dessas sementes foram transmitidas para uso por nossos antepassados. Devemos aprender a reconhecer cada uma dessas sementes em nós para praticar a diligência ... A prática é abster-se de regar as sementes negativas ... e reconhecer as melhores sementes em outros e molhá-las ". Quando aparece algo negativo, eu tenho uma escolha. Eu posso nutrir minha ira e indignação. Talvez até espalhar a história para que eu possa envergonhar o vilão enquanto a “fofoca” infecta mais pessoas com sentimentos negativos. Ou posso reconhecer que, se eu olhar, eu posso encontrar muitos mais exemplos de comportamento que vale a pena celebrar, eu também posso escolher liderar com meus próprios exemplos positivos, praticando o tipo de empatia e generosidade que desejo ver no local de trabalho. Isso não significa que eu tenho que ignorar o comportamento ruim inteiramente, ou nunca agir sobre isso. Eu simplesmente não tenho que fortalecê-lo. Quanto mais velha eu estiver, menos penso que o local de trabalho (ou exercício do voluntariado) seja composto por pessoas boas e pessoas ruins. Em vez disso, todos somos apenas pessoas, cada uma com nossas próprias histórias e lutas, nossas próprias e boas sementes. Para FAZER A DIFERENÇA, quais sementes você vai regar? Rosa Maria Morceli - Rotary Club de Cuiabá Bandeirantes – Distrito 4440 Janeiro 2018

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